sábado, 21 de fevereiro de 2026

BOITUVA ( SP )

 Essa viagem pela Rodovia Castelo Branco na década de 80 tinha um charme muito específico.


Deixar o ritmo frenético de São Paulo para trás e "mergulhar" no interior rumo ao Mato Grosso do Sul era um rito de passagem, e Boituva era o pit-stop perfeito para quem queria sentir o ar mudar.

Relembrar quando eu e Heloisa estávamos entrando naquela Boituva oitentista é visualizar um Brasil de cores mais pastéis e um ritmo muito mais desacelerado.

Boituva na Década de 1980: O Despertar do Paraquedismo

Nessa época, Boituva ainda era uma cidadezinha que estava começando a ganhar fama nacional.

 O Centro Nacional de Paraquedismo (CNP) tinha sido transferido para lá recentemente (em 1971), então, nos anos 80, a cidade vivia o auge da transição de uma vila agrícola para a "Capital do Paraquedismo".

* O Visual: Muita terra batida ao redor da pista de pouso, fuscas e picapes Willys circulando, e o som constante dos aviões Paulistinha ou Cessna subindo com os saltadores.


* O Clima: Era um ambiente de aventura "raiz". Não havia o luxo ou a infraestrutura turística de hoje. Quem frequentava eram os entusiastas, jovens em busca de adrenalina e viajantes como nós, curiosos com o que viam do horizonte.


HELOÍSA no blog " Elas.... "


"Mal posso esperar para  ficarmos sozinhos de novo". 
"Seu perfume é como um convite para mergulhar em um mar de desejo.". 
"Me conta: quais as coisas mais safadas que você faria comigo agora?"

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