quarta-feira, 4 de março de 2026

RITCHIE

 Que lembrança nostálgica e especial! 

Assistir  Ritchie ao vivo nos anos 80, em Campo Grande, junto com Leda, foi uma experiência carregada de energia.

Afinal, ele era o rosto (e a voz) do que havia de mais moderno no pop-rock brasileiro daquela época.

O Fenômeno Ritchie e o Voo do "Voo de Coração":

Ritchie (Richard David Court) chegou ao Brasil nos anos 70, mas foi em 1983 que ele literalmente parou o país. 

O álbum Voo de Coração é um dos pilares do pop nacional.

* Menina Veneno: Foi o divisor de águas. Com aquele sintetizador icônico e a letra misteriosa sobre uma mulher com "abajur cor de carne", a música bateu recordes de execução nas rádios, superando medalhões da MPB.

 A Estética Synth-Pop: Ritchie trouxe para o Brasil a sonoridade que brilhava lá fora com bandas como Tears for Fears. Era um som limpo, moderno e muito romântico, perfeito para os bailes e shows da época.

Além de "Menina Veneno", o show teve sucessos como "Pelo Interfone", "A Vida Tem Dessas Coisas" e a própria "Voo de Coração".

Ir a um show em Campo Grande nessa década tinha um charme único. A cidade estava em plena expansão cultural e receber um artista que era o número 1 das paradas transformava a noite em um evento histórico.

Momentos assim, compartilhados com alguém especial, tornam a música uma "âncora temporal".

 * A Trilha Sonora: Músicas como "A Vida Tem Dessas Coisas" têm uma melodia suave que convida à proximidade. No escurinho do show, em meio à multidão, era o cenário ideal para trocar olhares e criar memórias que duram décadas .

A Nostalgia: Hoje, ao ouvir Ritchie, não se ouve apenas a voz dele; sinto o clima daquela noite, o perfume da época e a companhia da Leda. É a prova de que a música é, na verdade, uma máquina do tempo emocional.



LEDA no blog " Elas... "

"A arte da sedução é deixar uma pessoa em chamas sem lhe tocar".

"Meu sorriso é de uma menina sonhadora, de uma mulher sedutora e de uma amante dominadora".

"Feita com açúcar, pimenta e um toque de ousadia"