Que recordação nostálgica e especial!
Viajar para Assunção na década de 1980 com uma companhia querida, como a Margherita, foi uma experiência marcada por uma atmosfera muito específica, quase parada no tempo.
Naquela época, a capital paraguaia vivia os anos finais da era Stroessner, o que conferia à cidade um ar de tranquilidade vigilante, mas também de uma elegância clássica e boêmia que hoje já se transformou bastante.
Assunção era conhecida como a "Cidade das Oliveiras" e das flores de lapacho. Na década de 80, o ritmo era lento.
Calle Palma e Calle Estrella eram as ruas do "brilho", onde se viam as vitrines luxuosas repletas de produtos importados (que eram o grande atrativo da época) e os tradicionais cafés.
É impossível falar de música local sem mencionar a HarpaParaguaia.
Assistir a um conjunto de cordas tocando "Pájaro Campana" ou "Recuerdos de Ypacaraí" em uma peña (casa de música) era o auge do romantismo.
A Assunção dos anos 80 era uma cidade de contrastes: o calor intenso da tarde que obrigava a todos a fazer uma sesta, seguido por noites vibrantes com o som das harpas e o aroma de chipa fresca.
MARGARITHA no blog " Elas ... "
"Gosta de desastres? Pois sou um furacão pronto para ser domado."
"Meus Dias Ficam Sem Cor, toda Vez que Você se Vai..."
"Essa noite me chama de Casas Bahia, porque prometo dedicação total a você."

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