quinta-feira, 6 de junho de 2024

CONSERVATÓRIA, CIDADE DA SERESTA


Conservatória é um distrito da cidade de Valença, no estado do Rio de Janeiro.

Cresceu e prosperou durante o ciclo do café da economia brasileira, a partir do século XIX.

A prosperidade econômica do final do século XIX deu início a outra tradição na vila: a das serenatas - a música cantada sob o sereno. As serenatas sempre foram tradição em qualquer cidade do interior, assim como também na Capital do Estado.

Um dos grandes motivadores da tradição da música na cidade é o Museu da Seresta (hoje extinto), reunindo os seresteiros às sextas-feiras e sábados à noite, que de lá saiam para cultivar o hábito, raramente quebrado, de cantar pelas ruas da cidade. 

A tradicional serenata, realizada toda sexta-feira e sábado, partindo às 23h dos pontos já citados e seguindo noite adentro, é o elemento nuclear das atrações musicais, que também incluem a Solarata (realizada nas manhãs de domingo) e as serestas (canto em espaços fechados) realizados em diferentes hotéis, pousadas, restaurantes e até mesmo residências

 Tive a oportunidade de assistir a essas serenatas, as apresentações musicais nos bares e os shows na Praça principal durante uma excursão recente que fiz.

Ouvindo as apresentações me vinha na lembrança minha amiga Lourdes que também gostava gostava dessas músicas.  Momentos emocionantes.  



 𝗠𝗢𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢𝗦   𝗗𝗔         𝗘𝗫𝗖𝗨𝗥𝗦Ã𝗢                      

           .¸¸.·♩♪♫ VÍDEOS E REELS ♫♪♩·.¸¸.·

















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terça-feira, 28 de maio de 2024

FLORIANÓPOLIS

  1. Florianópolis, desde o entrar do século XX, passou por profundas transformações. A construção civil fez-se um dos seus principais suportes econômicos. A implantação das redes básicas de energia elétrica, do sistema de fornecimento de água e da rede de esgotos somou-se à construção da Ponte Hercílio Luz, tudo a assinalar o processo de desenvolvimento urbano. 


Entre 1970 e 2004, a população de Florianópolis triplicou de tamanho, assim como o número de favelas. Mas a economia local cresceu cinco vezes e a renda também aumentou como consequência. Enquanto muitas cidades brasileiras se estão esforçando para tirar seus rendimentos da indústria e dos serviços, Florianópolis está tendo sucesso em outras áreas. 

Graças em parte a uma regra federal que por décadas barrou a indústria pesada na ilha, houve a fundação de várias universidades públicas e privadas que fazem desta uma das cidades mais acadêmicas do Brasil 

A economia de Florianópolis atualmente é fortemente baseada na tecnologia da informação, no turismo e nos serviços. A cidade tem mais de 100 praias registradas e é um centro de atividade de navegação
Entretanto nas décadas de 1960 e 1970, moradores e visitantes aproveitavam a estrutura dos bares e clubes perto das praias, em Coqueiros, onde os jovens dançavam e se divertiam quando o sol se punha. 

Foi nessa época que estive na cidade para realizar um trabalho da empresa em que trabalhava.
  
Tive a oportunidade de conhecer essas lindas praias e locais interessantes de Florianópolis. 
Então eu me lembrava dos momentos que passava nas praias de Vitória com Teresinha e ficava imaginando nós dois lá, curtindo e nos amando .


“Quando nossos corpos se entrelaçam, é como se o tempo parasse para testemunhar nosso amor ardente.”

“Você é o fogo que incendeia minha alma e o desejo que me consome sem trégua.”

“Na cumplicidade dos nossos corpos, descubro o significado mais profundo da paixão.”


 “Entre quatro paredes, somos livres para sermos nós mesmos e nos entregarmos ao amor em sua forma mais pura e intensa.”


quarta-feira, 22 de maio de 2024

TEATRO DE REVISTA

O tão famoso teatro de revista chegou ao Brasil no século XX com toda influência do estilo parisiense vindo dos cabarés, como o Bataclan e Moulin-Rouge.

Tudo começou no Rio de Janeiro da belle époque,  devido ao esgotamento da revista de Ano (peças com valorização do texto, inteligência nas alusões e duplos sentidos, além de personagens alegóricos).

No Brasil, estávamos em busca de uma forma brasileira de traduzir nossa cultura, nossa alegria, e toda mistura que temos no país mas com a moderna influência europeia. 

Foi então que nos anos 1920 o Teatro de revista se “encontrou”, achando enfim sua fórmula brasileira.

O teatro se tornou então responsável pela divulgação da música da época já que o rádio só se popularizou tempos depois.
Essas músicas eram mostradas por atores que cantavam, o que atraia o público aos teatros em busca de novidades.
Nesse momento surge a Revista Carnavalesca, uma invenção totalmente brasileira,

Esse tipo de revista estreava sempre antes do carnaval, tinha sempre um final feliz, que era pra mostrar a alegria carnavalesca e o lançamento da marchinha daquele ano.


Foi durante as três primeiras décadas do século XX que a revista chegou ao apse, com sua encenação característica, quadros cômicos, números musicais, crítica politica e fantasias.

Mas é na década de 40 que o Teatro de Revista ganha luxo e um empresário (Walter Pinto) para modificá-lo.

Nascem então as famosas Vedetes, que conquistam o público cantando e dançando naturalmente e com sexualidade. Entre elas podemos citar: Virginia Lane , Anilza Leoni, Marly Marlei, Iris Bruzi, Elvira Pagã e Renata Fronzi.
 
                     Virginia Lane 

No palco as coreografias tinham que ser precisas. Cortinas de veludo, fumaça, plumas, cenários e figurinos extravagantes, luzes e efeitos eram muito importantes para a ilusão oferecida ao público.

Aos poucos pra não perder o posto, o Teatro de Revista começou a apelar para o nú, o escracho, perdendo o cômico e entrando em decadência na década de 50.

Muitos dos artistas da Revista acabaram migrando para a TV, que estava ganhando espaço. Entre eles grandes nomes como, Oscarito, Dercy Gonçalves, Grande Otelo, Leila Diniz e Marília Pêra.

Recentemente fui com Dilmara assistir ao espetáculo VEDETES DO BRASIL no Teatro UFES em Vitória e depois fomos a um barzinho comer uns pasteizinhos.

Suely Franco, Flávia Monteiro e Bela Quadros prprotagonizaram a montagem que, após grande sucesso na temporada carioca, celebrou o centenário da icônica artista Virgínia Lane 

Em cena, Suely Franco interpreta Virginia já em seus últimos anos de vida, enquanto prepara uma ceia de Natal com a filha única, Marta (Flávia Monteiro), e aguarda a chegada de um amigo. Ao longo do dia, ela relembra episódios que marcaram a sua trajetória.


“A Vedete do Brasil” é ainda um resgate e uma grande homenagem a todas as vedetes brasileiras, que, assim como Virginia, conseguiram superar imensas dificuldades, se impor perante o olhar torto dos moralistas e viraram verdadeiras estrelas.


DILMARA no blog " Elas .... "


"Amizade falsa é encontrada em qualquer lugar mas a amizade sincera não se acha tão facil!

Amizade não se baseia em grupos de WhatsApp, mas sim em honestidade, cumplicidade, companheirismo. Quando a amizade é verdadeira nem o tempo e a distância poderão corromper a boa e velha amizade de antes"