O blog Elas .. é uma emocionante jornada pelas histórias das mulheres que passaram na vida de seu autor. Com textos sinceros e tocantes, o blog narra experiências de amizade e amor, e apresenta retratos únicos dessas mulheres que, de alguma forma, deixaram marcas na vida do autor. É uma mistura de realidade com ficção, alguns nomes e situações são fictícios preservando a identidade, outros são reais . As imagens foram geradas através de IA
Assistir ao show de João Nogueira em Vitória, na década de 1970, foi uma experiência inesquecível para mim e para Rosa Maria.
Foi uma oportunidade única de relembrar os momentos românticos que vivemos juntos, ouvindo suas músicas, curtindo e dançando samba.
João Nogueira era um cantor e compositor renomado, conhecido por suas belas canções de amor e saudade. Suas melodias românticas e suas letras profundas sempre tocavam nossos corações de forma especial.
Enquanto assistíamos ao show, a atmosfera no local era mágica. Todos os presentes estavam envolvidos pela música e pelo samba de João Nogueira. Cada música que ele interpretava nos transportava para momentos únicos em nosso relacionamento. Ouvimos " Espelho " , "Súplica", " Nó na madeira ", entre outras.
Enquanto olhávamos um para o outro durante o show, era como se todas as lembranças e sentimentos românticos que compartilhamos ao longo dos anos viessem à tona.
A voz de João Nogueira preenchia o ambiente, tocando fundo em nossas emoções. Suas músicas eram verdadeiras poesias que transmitiam a grandeza do amor e a profundidade dos sentimentos. À medida que cada faixa era executada, sentíamos como se uma trilha sonora personalizada para nossa história de amor estivesse sendo apresentada
A rua Sete de Setembro é uma das mais importantes vias da cidade de Vitória, tanto do ponto de vista histórico quanto cultural. Ela se destaca por abrigar diversos estabelecimentos comerciais e pela arquitetura tradicional presente em seus edifícios.
A atual rua Sete de Setembro originou-se de um caminho que ligava os fundos de grandes e tradicionais chácaras da cidade, no final do século XIX, como as do Vintém, do Nascimento e Mulundu.
Foi durante as comemorações do centenário da Independência do Brasil, em 1922, que a Rua da Várzea foi rebatizada como Rua Sete de Setembro
A rua também ficou conhecida pelos seus bares. Um dos mais famosos foi o Britz Bar, que por muito tempo reuniu diversas personalidades e grupos da sociedade capixaba. Nele se encontravam os jornalistas que trabalhavam nos hoje extintos O Diário e Jornal da Cidade
A 7 de setembro e região é um ponto muito movimentado da cidade, especialmente por conta do bar do Ney , Bar da Zilda e outros estabelecimentos, como o Centro Artístico da Stael. Essa região se tornou um ponto de encontro para pessoas interessadas em moda e cultura, proporcionando um ambiente único e vibrante.
No alto da rua, encontra-se a Escola de Samba Unidos da Piedade, que é um verdadeiro símbolo da cultura local. A escola agrega diferentes segmentos da comunidade, trazendo um espírito de união e celebração durante os desfiles de carnaval.
Eu e Julietty adoramos essa região e frequentamos com frequência, principalmente para viver momentos românticos juntos. Gostamos de aproveitar a atmosfera animada do bar do Ney, com música ao vivo e uma variedade de drinks e petiscos. Também adoramos passear pela rua 7 de setembro e explorar as lojas e boutiques de moda.
Mas o ponto alto de nossos encontros na rua 7 de setembro é a Unidos da Piedade. Sempre que há eventos ou ensaios da escola de samba, nós fazemos questão de estar presentes. A energia contagiante das apresentações, a cadência dos sambas e o colorido das fantasias
Em 1979, eu era funcionário da Enersul e estava em Brasília para tratar dos procedimentos burocráticos da liberação de quotas para óleo diesel para os novos geradores de energia elétrica que seriam instalados em vários municípios do novo estado de Mato Grosso do Sul. Foi nesse contexto que conheci Virgínia, que trabalhava na Petrobras.
Logo de cara, criamos uma grande amizade e começamos a sair juntos para aproveitar a cidade. Ia para Brasília frequentemente naquela época, então Virgínia me apresentou diversos lugares interessantes e diferentes da cidade.
Nossos passeios incluíam visitas a pontos turísticos, como a famosa Esplanada dos Ministérios, o Palácio do Planalto e a Catedral Metropolitana. Também exploramos a vida noturna de Brasília, aproveitando bares, casas de shows e boates da época.
Sua experiência e simpatia fizeram com que me sentisse confortável em sua companhia.
Lembro-me de uma noite em particular em que Virgínia e eu decidimos explorar a vida noturna de Brasília. Saímos para jantar em um restaurante local que servia pratos típicos da região. Enquanto degustávamos a deliciosa comida, conversamos sobre nossos interesses, sonhos e experiências de vida.
Após o jantar, decidimos explorar os bares e casas noturnas de Brasília. Dançamos, rimos e nos divertimos ao som de músicas animadas e envolventes. Virgínia era uma ótima companhia, sempre animada e cheia de energia, o que tornava as noitadas ainda mais divertidas.
Na década de 1970, Milton Nascimento fez um show em Vitória, mais especificamente no Clube Saldanha da Gama. Eu e Teresinha fomos assistir a esse show e vivemos uma experiência incrível.
Chegamos ao clube ansiosos para presenciar o talento único de Milton Nascimento, que já era reconhecido como um dos grandes nomes da música brasileira naquela época. O clube estava cheio e havia uma atmosfera de empolgação no ar.
Assim que o show começou, fomos envolvidos pela voz marcante e emocionante de Milton. Ele cantou músicas que já conhecíamos, como "Canção da América" e "Travessia", mas também apresentou novas composições que demonstravam toda a sua genialidade como artista.
Durante todo o show, a plateia não poupou aplausos e gritos de admiração. Era notável a conexão e o carinho que o público tinha por Milton Nascimento. Cada música era cantada em coro por todos, criando uma atmosfera de união e amor pela música
Enquanto assistíamos ao show de Milton Nascimento, nós também aproveitamos para recordar momentos românticos juntos. Nós ouvíamos as melodias suaves e as letras poéticas, Teresinha e eu nos olhávamos nos olhos e relembrávamos os momentos em que essas músicas fizeram parte da nossa trilha sonora romântica.
Cada acorde e cada verso nos fazia voltar a momentos de amor e carinho, e isso nos deixava ainda mais conectados.
Em determinadas músicas, como "Maria, Maria" e "Volver a los 17", nós nos abraçávamos e dançávamos juntos, aproveitando a atmosfera do show para nos aproximarmos ainda mais.
Era como se as músicas de Milton nos envolvessem em uma bolha de amor e nostalgia.
Após o show, caminhamos de mãos dadas até o carro, com os acordes do show ainda ecoando em nossas mentes
No ano novo de 2024, decidi comemorar a virada do juntamente com minha filha e outras pessoas em Jardim Camburi, Vitória. A região estava repleta de animação e espírito festivo, com as pessoas se reunindo para celebrar a chegada do novo ano.
A queima de fogos foi o ponto alto da festa. O céu se iluminou com uma incrível variedade de cores e formas, enquanto os fogos de artifício estouravam, trazendo uma sensação mágica ao ambiente. As pessoas vibravam e aplaudiam a cada explosão, encantadas com o espetáculo pirotécnico.
Além disso, a comemoração contou com apresentações musicais de diversos artistas, que tocavam louvores e músicas animadas, embalando a multidão em uma atmosfera de alegria e celebração. As canções ecoavam pelos arredores, criando um clima de união e felicidade entre todos os presentes.
No local, diversas barracas de comidas típicas, onde as pessoas podiam saborear os pratos tradicionais da região. O aroma delicioso das comidas se misturava com a energia do lugar, formando uma atmosfera ainda mais festiva.
À meia-noite, os fogos de artifício atingiram o ápice, iluminando completamente o céu de Jardim Camburi. Era um espetáculo de cores e brilhos que deixava todos extasiados. Os aplausos e os gritos de felicitações logo tomaram conta do ambiente, marcando o início do novo ano com muito entusiasmo.
Araraquara, na década de 1970, era uma cidade com cerca de 140 mil habitantes localizada no interior do estado de São Paulo, no Brasil. Nessa época, a cidade ainda mantinha características de uma cidade pequena, com um centro histórico bem preservado e uma economia baseada principalmente na agricultura.
A década de 1970 foi um período de grandes transformações para Araraquara. A cidade, que já era um importante centro econômico e cultural da região, vivenciava um período de rápido crescimento e modernização.
Durante o tempo em que permaneci na cidade e eu Luciane tivemos a oportunidade de aproveitar os encantos de Araraquara nessa época
A cidade oferecia belos cenários para momentos românticos, como passeios pelos parques e praças arborizadas, onde vocês poderiam caminhar de mãos dadas e desfrutar da tranquilidade e beleza do local.
Além disso, o Centro Histórico de Araraquara também era um lugar perfeito para passeios românticos. As ruas estreitas e calçadas de paralelepípedos emolduravam os casarões antigos e convidavam vocês a explorar os recantos
Aproveitamos também a vida noturna de Araraquara naquela época. Bares e casas de show ofereciam música ao vivo e oportunidades para dançar e se divertir juntos. Passamos noites animadas em clubes no o Clube Araraquarense, onde se reunia a sociedade local para festas e eventos.
Por outro lado , Araraquara também tinha uma gastronomia rica, com restaurantes tradicionais e aconchegantes, onde pudemos desfrutar de jantares românticos .
No Natal deste ano reunimos a família para celebrar e comemorar juntos. Minhas filhas e netas estavam presentes, o que tornou a ocasião ainda mais especial.
Durante a noite de Natal, preparamos uma deliciosa ceia, com pratos tradicionais que são feitos todos os anos.
Após o jantar, nos reunimos na sala e fizemos uma troca de presentes no estilo da brincadeira " Amigo da Onça " e enquanto abriam os presentes percebíamos um sentimento de felicidade e humor.
Todos nós conversávamos e nos divertíamos, aproveitamos para relembrar momentos engraçados e histórias nostálgicas. As risadas e os abraços preenchiam o ambiente, criando uma atmosfera acolhedora e calorosa.
Além disso, também paramos para refletir sobre o verdadeiro significado do Natal, reforçando os valores de gratidão, amor e solidariedade.
A Praia da Costa em Vila Velha, Espírito Santo, é um verdadeiro paraíso para os amantes da praia. Localizada na região central de Vila Velha, é uma das mais famosas e movimentadas do estado.
No dia em questão, eu e Adriany decidimos aproveitar o sol e as águas claras da Praia da Costa. Chegamos cedo pela manhã e encontramos um lugar perfeito na areia para estender as toalhas e relaxar.
Enquanto tomávamos sol, pedimos uma água de coco em um dos quiosques à beira-mar. O clima estava perfeito, com uma brisa suave e o som das ondas quebrando suavemente na costa.
Após algumas horas, decidimos aproveitar o almoço em um dos quiosques ao redor. No quiosque, escolhemos uma mesa com vista para o mar e não poderíamos ter feito uma escolha melhor.
O cardápio era repleto de opções de frutos do mar frescos e pratos típicos da região. Decidimos experimentar um peroá frito, um peixe tradicional e delicioso.
Após o almoço, decidimos caminhar pela orla da Praia da Costa e depois encerramos nosso momento romântico num motel que fica próximo à praia
Conheci Leda no Bar Refúgio, uma casa de shows da década de 1980 em Campo Grande MS. Como tínhamos gostos musicais semelhantes, tornamo-nos amigos e começamos a frequentar o local regularmente juntos.
Leda era uma mulher incrível, cheia de energia e sempre pronta para se divertir.
Nossos encontros geralmente envolviam música. Passávamos horas conversando sobre grupos musicais e artistas que gostávamos, trocando dicas e compartilhando nossas músicas favoritas.
Assim, nosso relacionamento romântico acabou surgindo de forma natural a partir dessa amizade sólida que tínhamos. Percebemos que existia uma conexão especial entre nós e, com o tempo, os sentimentos foram se intensificando.
Lembrar dos momentos em que nos aproximamos romanticamente me traz um misto de alegria e nostalgia. Passamos a nos encontrar não só para compartilhar músicas, mas também para momentos mais íntimos e carinhosos.
Saíamos para momentos românticos e até mesmo escapadas de fim de semana para lugares tranquilos. Cada encontro era uma oportunidade de intensificar essa conexão que sentíamos.
Sula Miranda é uma cantora brasileira de música sertaneja, nascida em 1963, em São Paulo. Ela é conhecida como a "Rainha dos Caminhoneiros", devido à sua grande popularidade entre os motoristas de caminhão, por suas letras que abordam temas da rotina e das estradas.
Eu e Marta fomos assistir a um show de Sula Miranda , durante uma campanha política em una cidade de Mato Grosso do Sul, em que ela mostrou toda sua energia e carisma no palco. Ela cantou seus maiores sucessos, como "Caminhoneiro do Amor" e "Frisson", empolgando o público presente.
A performance de Sula Miranda foi marcada pela sua voz romântica e sua interação com a plateia, que estava animada e cantava junto com a cantora. Ela demonstrou uma presença de palco cativante.
Marta e eu fomos transportados para um verdadeiro túnel do tempo, relembrando os momentos românticos que vivemos juntos.
Enquanto as primeiras notas musicais preenchiam o ar, Marta se aproximou de mim com um sorriso doce nos lábios, brilhando de lembranças felizes. Era como se cada melodia tocada fosse um fio condutor que nos levava de volta aos momentos mais apaixonados de nosso relacionamento.
A música nos envolvia, e em um instante estávamos dançando juntos como se estivéssemos em um baile a dois.
"Nossos lábios pareciam se conhecer de muitos momentos ...
Foi gostoso sentir aquela boca ferina entre meus lábios , ficar vermelha e marcada por nossa necessidade
No dia 14 de maio, comemora-se a independência do Paraguai e coincidiu que eu estava em Ponta Porã, cidade fronteira com Pedro Juan Caballero. Minha amiga Marguerita, paraguaia que lá reside, me convidou para conhecer os festejos
Ao chegarmos , fomos imediatamente cercados por um ambiente festivo e animado. O local estava decorado com as cores da bandeira paraguaia, e o som das polcas paraguaias ecoava por todo o espaço. Os trajes típicos coloridos dos paraguaios também estavam presentes, deixando o clima ainda mais autêntico.
Nos deparamos com uma variedade de comidas típicas paraguaias, algo que Marguerita e eu ficamos extremamente empolgados em saborear. Havia uma mesa repleta de deliciosas iguarias, como a tradicional sopa paraguaia, um prato semelhante a uma polenta, feito de farinha de milho, queijo e cebola; a chipa, um pão de queijo de formato cilíndrico, e o famoso mandi'o chyryry, um ensopado de carne com mandioca.
Enquanto saboreávamos as delícias, dançamos ao som da polca paraguaia. A música contagiante nos envolvia e nos fazia vibrar com cada passo e movimento. Os paraguaios presentes na festa eram mestres na dança, e muitos deles nos convidaram para entrar na roda e aprender alguns passos típicos.
Foi um dia empolgante e ficamos maravilhados com a energia e a paixão dessa festa !
Era a década de 1980 e eu e Heloisa fomos nos divertir num baile de carnaval em outra cidade.
No salão do clube, a decoração estava repleta de elementos carnavalescos, como serpentinas, balões coloridos e máscaras espalhadas pelo ambiente. Havia também diversos painéis com imagens de sambistas e temas relacionados ao carnaval.
A música animada das marchinhas tomava conta do salão, trazendo uma atmosfera de alegria contagiante. Os músicos da banda que animava a festa tocavam melodias clássicas como "A Jardineira" , "Mamãe eu Quero" e outras que faziam todos se levantar e começar a dançar.
O povo, completamente envolvido pelo clima carnavalesco, dançava ao som das músicas, movendo-se energeticamente pelo salão. Homens e mulheres se revezavam entre passos de samba.
Nós dois, com as fantasias invertidas, certamente chamaram a atenção no baile carnavalesco. Enquanto eu estava vestido como mulher, Heloisa estava caracterizada como homem. Essa escolha peculiar de fantasia certamente gerou curiosidade e sorrisos por onde passavam.
Pintar minhas unhas de vermelho foi uma ousadia e a quebra de padrões proporcionou um clima descontraído e cheio de diversão na festa.
As pessoas ao redor riam e aplaudiam nossas performances, apreciando a originalidade da nossa brincadeira . A festa se tornou muito mais animada com a espontaneidade e alegria que nos transmitiam. Alguns elogiavam a criatividade das fantasias e se divertiam com o contraste inusitado.
O carnaval é conhecido por permitir que as pessoas expressem sua criatividade e se divirtam sem restrições.
Na década de 1970, passei algum tempo em Recife a trabalho, especificamente no centro da cidade. Durante minha estadia, tive a oportunidade de explorar algumas áreas turísticas, incluindo a famosa praia da Boa Viagem.
Em uma outra ocasião, vim a passeio, decidi fazer algo diferente e fui acampar em outro local próximo à cidade.
O camping era bem rústico, com uma área reservada para montar as barracas e algumas estruturas básicas. Estávamos em grupos de famílias e como era um camping mais isolado, não havia muitas opções de comércio próximo, então tivemos que levar nossa própria comida e suprimentos. Foi muito divertido e animado
Na terceira vez que estive em Recife, também na década de 1970, fui a trabalho novamente, mas tive um pouco mais de tempo livre para explorar a cultura e o entretenimento da cidade. Durante essa estadia, aproveitei para conhecer alguns cinemas, teatros e shows que estavam acontecendo na época.
Nessa época Olinda já era conhecida como um dos principais destinos para o carnaval no Brasil.
Então fui até lá conhecer a cidade vizinha que respirava a cultura, história e tradição durante essa época do ano, e os preparativos para os blocos carnavalescos eram uma das grandes atrações.
Durante minha estadia não pude deixar de pensar em Maria Teresa, que gostaria de me acompanhar mas não foi possível. A distância entre nós gerava um sentimento de saudade, mas também fazia com que eu me lembrasse dos momentos românticos que compartilhamos juntos.
Se eu jaá te amo sem roupa, imagina sem!
Me leva pro seu quarto que eu prometo te levar pro céu
Me pega com força?
Minha boca na sua, rola?
Vontade de deixar sua boca gelada de tanto prazer!
Meu corpo treme quando suas mãos me tocam
Só hoje eu já te quis milhões de vezes!
Amor, complete a frase. Que vontade de…
Era como se cada paisagem, cada show e cada lugar que eu visitava me fizesse lembrar dela e desejar que ela estivesse ao meu lado para compartilhar aquela experiência.
Carmem e eu trabalhavamos na mesma empresa porém em cidades diferentes de Mato Grosso do Sul. Eu em Campo Grande e ela em Três Lagoas
Devido ao nosso tipo de trabalho era comum nos encontrarmos, ora numa cidade ora na outra. Daí nós aproximamos e surgiu um relacionamento romântico.
Durante nossos encontros, percebemos que tínhamos muitas afinidades e gostos em comum. Compartilhávamos a mesma paixão na gastronomia e na música. Essas semelhanças fortaleceram nossa conexão e nos aproximaram ainda mais.
Apesar de estarmos em cidades diferentes, Carmem e eu conseguíamos manter nosso relacionamento à distância. Era uma mistura de saudade e empolgação, pois sabíamos que cada encontro seria especial e aproveitávamos ao máximo o tempo que tínhamos juntos.
Nossos momentos românticos e de lazer juntos eram sempre cheios de diversão e emoção. Aproveitávamos cada oportunidade para explorar novos lugares, descobrir novas músicas e desfrutar de experiências íntimas inesquecíveis.
O Grupo de Seresta Sinfonia da Mata foi fundado em 28 de setembro de 1970, na cidade de Marechal Floriano, no Espírito Santo. A ideia da fundação do grupo surgiu durante uma seresta no sítio de Vitor Hugo, quando Helvécio Kuster, um dos fundadores, idealizou a criação de um clube de seresta na cidade.
O primeiro nome escolhido para o grupo foi "Luar de Marechal", mas foi alterado para "Grupo Capixaba de Seresta Sinfonia da Mata". A formação original do grupo era composta por Helvécio Kuster (violão), Nadir Kuster (violão), Hugo (cavaquinho), Solange Kuster (voz) e Laura (Cabocla) Kuster (voz).
O grupo logo se tornou popular em Marechal Floriano, e passou a se apresentar em outras cidades do Espírito Santo. Em 1971, o grupo participou do Festival de Música Popular Brasileira de Vitória, onde conquistou o primeiro lugar na categoria "Seresta".
O grupo continuou a se apresentar regularmente, e em 1990 lançou seu primeiro disco, intitulado "Sinfonia da Mata".
O grupo completou 50 anos de atividade em 2020, e continua a se apresentar em Vitória e outras cidades do Espírito Santo. O grupo é um dos principais representantes da seresta no Espírito Santo, e contribui para a preservação dessa tradição musical.
Ao longo de sua história, o Grupo de Seresta Sinfonia da Mata já teve diversas formações, mas sempre manteve a qualidade musical e o compromisso com a preservação da seresta. O grupo é um patrimônio cultural do Espírito Santo, e sua atuação é fundamental para a manutenção dessa tradição musical.
Eu e Lourdes costumavamos ir ao Clube Alvares Cabral, em Vitória, nas apresentaçõesdo Grupo de Seresta Sinfonia da Mata, esse grupo de músicos que interpretava clássicos da seresta brasileira, acompanhado de talentosos cantores e cantoras amadores.
A música sempre foi um elemento importante em nossa relação e as apresentações do Sinfonia da Mata eram uma ocasião especial para nós.
Numa das noites, ao chegarmos, ao som da música, começamos a dançar. Era uma dança lenta e romântica, que combinava perfeitamente com o ambiente.
Depois de algumas músicas, voltamos a sentar novamente e continuar a ouvir belas melodias antigas como , " A volta do boêmio " " Carinhoso " "Tango para Teresa " " Barracão de Zinco " e outras
Foi uma noite incrível. Estávamos cansados, mas felizes. Tínhamos passado uma noite inesquecível
O estádio de São Januário é a casa do Club de Regatas Vasco da Gama e está localizado no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. É um estádio de futebol com capacidade para cerca de 21.880 espectadores e foi inaugurado em 1927.
Na época em que fui assistir ao jogo entre Vasco e Madureira, o estádio ainda mantinha características de sua construção original, com suas arquibancadas de concreto e estruturas de ferro.
Quando cheguei ao estádio de São Januário, pude sentir a empolgação e a animação da torcida vascaína. As arquibancadas já estavam preenchidas com os torcedores vestindo as cores do clube, com bandeiras e faixas espalhadas pelo estádio. O hino do Vasco ecoava no ar, criando uma atmosfera de paixão e devoção.
O estádio tinha uma vista impressionante de qualquer lugar que eu estivesse. As arquibancadas são bastante íngremes, permitindo uma excelente visão do campo e dos jogadores. As estruturas de concreto e ferro conferiam um aspecto histórico e nostálgico ao estádio
Quanto ao jogo em si, posso dizer que foi uma experiência incrível. O Vasco da Gama e o Madureira protagonizaram uma partida disputada e empolgante. Ao final o Vasco venceu por 2 X 0 para alegria de sua torcida .
Me lembrei desse dia e desse jogo enquanto estava assistindo pela TV uma partida recente entre o Vasco e o São Paulo. FC com minha amiga Simoninha num dos restaurantes aqui de Vitória
No início dos anos 90, eu e Rosely buscávamos aproveitar os momentos de lazer e diversão juntos, e a música sertaneja era uma das nossas paixões. Naquela época, a dupla Gilberto & Gilmar estava conquistando o país com suas canções românticas e marcantes.
Ficamos sabendo que a dupla faria um show no Ginásio de Esportes de Londrina, cidade onde morávamos. Aquela notícia nos encheu de alegria e ansiedade, pois seria a primeira vez que assistiríamos a um show juntos.
Assim que entramos no ginásio, sentimos uma energia contagiante no ar. O ambiente estava lotado de fãs animados, ansiosos para presenciar a performance da dupla que tanto admirávamos. Encontramos nossos lugares , onde podíamos evitar sermos vistos, e esperamos ansiosamente pelo início do espetáculo.
Quando as luzes se apagaram e o som da banda começou a ecoar pela arena, uma explosão de emoção tomou conta de nós. Gilberto & Gilmar subiram ao palco com toda a sua simpatia e talento, conquistando imediatamente a plateia. Com cada música cantada pela dupla, uma memória e um sentimento especial vinham à tona. Enquanto segurávamos nossas mãos com força, não conseguíamos conter os sorrisos que se formavam em nossos rostos.
Logo nos primeiros acordes de "Luz do amanhecer", recordamos do nosso começo de relacionamento. Era como se a letra da música narrasse a nossa própria história e nos fizesse lembrar de todos os momentos que passamos juntos até aquele momento.
A atmosfera no ginásio era mágica. As pessoas cantavam em coro as canções que todos conheciam e amavam. Em "Capa de Revista", não resistimos e nos abraçamos, dançando devagarinho, como se o ,tempo tivesse parado, nos entregamos à nostalgia e ao amor que envolvia aquele momento.
Enquanto Gilberto & Gilmar continuavam a entoar as notas melódicas daquela música tão especial, envolvidos em sua melodia romântica, nossos olhares se encontraram cheios de cumplicidade.
Rosely se aproximou lentamente, seus olhos brilhando com a emoção do momento, e então, nossos lábios se encontraram em um beijo repleto de amor e paixão. O mundo parecia desaparecer ao nosso redor, deixando apenas nós dois e aquela bela canção como trilha sonora.
Enquanto vivíamos esse momento único, os aplausos e gritos de euforia da plateia se mesclavam à melodia, criando uma sinfonia de felicidades!
Na década de 1980, eu e Irene, decidimos visitar Paraty . Chegamos ansiosos para explorar as belezas naturais desse destino tão encantador e o clima aconchegante da cidade nos envolveu imediatamente.
Paraty tinha um charme nostálgico, com ruas de pedra e casarões coloniais preservados. Era como se estivéssemos em um verdadeiro cenário de época.
Visitamos diversos locais que contavam a história de Paraty e de seu povo. A arquitetura colonial era simplesmente deslumbrante. Vimos também muitas lojas de artesanato, onde adquirimos algumas lembranças para guardar dessa viagem especial.
A gastronomia local foi outro destaque da nossa visita. Paraty era conhecida por seus frutos do mar frescos e saborosos, e nós aproveitamos para experimentar pratos típicos. Nós nos deliciamos com moquecas, camarões à milanesa, peixes grelhados e outros pratos tradicionais da culinária caiçara.
Sentamos nas mesinhas ao ar livre, diante das igrejinhas históricas que arrebatam qualquer turista, enquanto os pratos agradam até os mais exigentes paladares. E, claro, brindamos com uma boa cachaça artesanal. Elas estão entre as melhores do país e "você estará bebendo um pouco da história de Paraty."
Um dos pontos altos da nossa viagem foi o passeio de barco pelas ilhas e praias da região.
A cada novo dia em Paraty, nos apaixonávamos ainda mais pela cidade e seu encanto. Sentimos uma conexão profunda com a natureza
Durante nossa estadia em Paraty, não poderíamos deixar de visitar um famoso alambique local, conhecido pela produção artesanal de cachaça, a bebida típica brasileira.
No alambique, presenciamos todas as etapas do processo de produção da cachaça. Desde a seleção das canas de açúcar até a destilação final. Essa experiência nos trouxe uma nova apreciação pela bebida, ao entendermos o trabalho árduo e artesanal por trás de cada cálice que tivemos a oportunidade de provar
Foi um passeio que ficou gravado em nossa memória.
"Sinto o gosto dos seus beijos delicados, saborear os meus lábios, o calor de sua pele, fazer o meu corpo se curvar ao prazer e a maciez de seu toque, envolver meu espírito, sinto você brincando de amar entortando o meu coração fazendo me perder em seus desejos, sem me deixar raciocinar."