O blog Elas .. é uma emocionante jornada pelas histórias das mulheres que passaram na vida de seu autor. Com textos sinceros e tocantes, o blog narra experiências de amizade e amor, e apresenta retratos únicos dessas mulheres que, de alguma forma, deixaram marcas na vida do autor. É uma mistura de realidade com ficção, alguns nomes e situações são fictícios preservando a identidade, outros são reais . As imagens foram geradas através de IA
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
LUIZ GONZAGA
sábado, 5 de setembro de 2026
MADONNA
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
CAZUZA
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
AVIÕES DO FORRÓ
A banda Aviões do Forró, liderada no palco por Solange Almeida e Xand Avião, foi o maior fenômeno do forró eletrônico na década de 2000.
Fundada em Fortaleza em 2002, a dupla revolucionou o gênero ao misturar a sanfona tradicional com arranjos modernos, baterias marcantes, metais e uma dinâmica de palco cheia de carisma.
Enquanto Xand trazia o ritmo animado e os bordões marcantes, Solange entregava vocais poderosos e uma presença de cena inesquecível. Com sucessos astronômicos como “Correndo Atrás de Mim”, “De Mãos Atadas” e “Indecisão”, o grupo dominou as rádios e as grandes arenas do Brasil inteiro por mais de 14 anos até a saída de Solange em 2017.
Em meados dos anos 2000 e 2010, os shows em Vitória eram verdadeiros acontecimentos, reunindo multidões em casas de espetáculo e áreas de grandes eventos na capital capixaba.
A energia daquela noite combinava perfeitamente com a cumplicidade de vocês:
• A energia da plateia: O som contagiante do forró fazia o chão tremer, mas a mesa de vocês virou um refúgio particular no meio da festa.
"Gostaria de passar a noite conversando com você."
"Não vejo a hora de estarmos juntos a sós."
"Deixei o espaço aberto para a nossa imaginação"
domingo, 30 de agosto de 2026
APUCARANA
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
JOANNA
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
ROSANA (CANTORA)
A sonoridade das grandes baladas, somada à iluminação dos palcos da época, criava a atmosfera ideal para momentos marcantes entre casais, eternizados na memória como trilha de vida.
terça-feira, 25 de agosto de 2026
SANDRA DE SÁ

domingo, 23 de agosto de 2026
ZIZI POSSI
Assistir a Zizi Possi no início dos anos 1980 era imergir em uma das fases mais elegantes, sofisticadas e sensíveis da música popular brasileira.
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
ITÚ (SP)
Era uma época em que o ritmo do interior paulista convidava a desacelerar, andar de mãos dadas sem pressa e aproveitar os pequenos detalhes de um romance simples e inesquecível.
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
MARLENE (CANTORA)
Que memória afetuosa e cheia de nostalgia!
terça-feira, 18 de agosto de 2026
EMILINHA BORBA
O som da agulha tocando o vinil, um chiadinho leve de fundo e a voz inconfundível de Emilinha Borba preenchendo a sala nos anos 1980.
Mesmo décadas após o auge da Era do Rádio, as canções que ela eternizou continuavam sendo a trilha sonora perfeita para momentos a dois, repletos de nostalgia, cumplicidade e carinho.
Emilinha Borba não era apenas uma intérprete; ela era uma força da natureza da música brasileira.
Coroada Favorita dos Favoritos e Rainha do Rádio em 1953, ela dominou os auditórios da Rádio Nacional entre as décadas de 1940 e 1950, arrebatando multidões com seu carisma, afinação e presença de palco.
Os Pilares da Carreira de Emilinha
• A Era de Ouro do Rádio: Contratada exclusiva da Rádio Nacional, Emilinha levou marchinhas, sambas e boleros a todos os cantos do país. Suas marchinhas de Carnaval, como "Chiquita Bacana" e "Pó de Mico", tornaram-se hinos nacionais da folia.
• A Rivalidade Histórica: A famosa disputa com Marlene movimentava o Brasil. As fãs-clubes ("emilinhas" e "marlenistas") dividiam o país, mas na verdade a rivalidade alimentava a popularidade e o brilho das duas maiores estrelas da época.
• Versatilidade Romântica: Além dos ritmos alegres, Emilinha interpretou boleros e sambas-canção com uma carga emotiva única, transformando letras sobre amor, paixão e saudade em clássicos atemporais.
A magia de escutar esses sucessos nos anos 1980 estava justamente no resgate dessa memória sentimental.
Colocar um disco para tocar ao lado de Rosana, relembrando letras conhecidas e melodias marcantes, transformava o ambiente num verdadeiro refúgio poético.
Músicas como "Se Queres Saber" ou boleros envolventes eram o convite perfeito para uma dança lenta na sala, conversas sem pressa e olhares que diziam tudo sem precisar de palavras
Revisitar a obra de Emilinha Borba junto com Rosana não era só ouvir música de qualidade; era celebrar um afeto sincero em uma época em que o tempo parecia passar em um ritmo muito mais suave.
"Estar com você é sempre a melhor parte do meu dia."
"Vou te fazer perder o juízo."
"Hoje eu não vou te deixar dormir."
domingo, 16 de agosto de 2026
MARINA LIMA
Que memória afetiva maravilhosa!
O início da década de 1980 foi, sem dúvida, um dos momentos mais marcantes e efervescentes da MPB, e a voz e a sofisticação de Marina Lima serviram como a trilha sonora perfeita para as histórias de amor e paixão daquela geração.
A música de Marina tem exatamente essa virtude: ela equilibra a sensualidade do pop-rock com uma MPB refinada, intimista e elegante, ideal para momentos a dois.
Após estrear no final dos anos 70 com o álbum Simples Como Fogo (1979), foi no despontar dos anos 80 que Marina Lima consolidou sua identidade artística: uma mistura irresistível de modernidade urbana, sofisticação e sensualidade.
A Parceira com Antônio Cícero: Ao lado de seu irmão, o poeta e filósofo Antônio Cícero, Marina compôs alguns dos maiores clássicos da música brasileira. As letras combinavam poesia culta com o cotidiano jovem, ideal para embalar encontros apaixonados.
• Álbuns Marcantes do Período:
◦ Olhos Felizes (1980) e Certos Bicos (1981) trouxeram pérolas como "Charme" e "Acontecimentos".
◦ Darlin' (1982) e Fullgás (1984) alçaram a cantora ao topo das rádios de todo o país, definindo a sonoridade da década.
• O Estilo Inconfundível: Com seu timbre aveludado e uma interpretação sussurrada, Marina trouxe para a música brasileira um clima de penumbra, liberdade e romance moderno.
Nossa Trilha Sonora Inesquecível!
Ouvir Marina Lima no início dos anos 80 a dois era sinônimo de criar um refúgio acolhedor e cheio de charme. Músicas como "Charme", "Acontecimentos", "Ainda É Cedo" (que ela gravou com maestria) e a inesquecível "Fullgás" tinham a capacidade única de pausar o tempo.
Aquelas melodias de guitarra limpa, arranjos bem cuidados e letras que falavam de desejo, presença e cumplicidade eram o cenário perfeito para conversas calmas à meia-luz, olhares cúmplices e abraços demorados com Juracy.
"Sinto sua falta a cada segundo."
"Não vejo a hora de te tirar a roupa."
"Você tem um magnetismo que eu não consigo explicar."
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
LUIZ MELODIA
No final dos anos 70, Luiz Melodia já havia se consolidado como uma das vozes mais autênticas, inovadoras e marcantes do Brasil.
terça-feira, 11 de agosto de 2026
STEVE WONDER
Sua trajetória vai muito além dos palcos: ele revolucionou o soul, o R&B, o pop e a música de baile, combinando uma sensibilidade poética sem igual com uma maestria técnica revolucionária no uso de sintetizadores e arranjos instrumentais.
SANTA TERESA ( RJ ) MOMENTOS
sábado, 8 de agosto de 2026
HANAYA
A repercussão abriu portas para um lançamento oficial do projeto em parceria com o próprio grupo, além do lançamento de audiovisual no Rio de Janeiro e de faixas autorais como "Tô Aqui".
Com voz marcante, interpretações carregadas de sentimento e um carisma contagiante, a artista transita com facilidade entre releituras de clássicos e o samba moderno.
Assistir aos clipes e projetos audiovisuais da Hanaya ao lado de uma companhia agradável como Fabiane cria a atmosfera perfeita para o romance:
Conexão com a Tradição e o Sentimento: O repertório de Hanaya evoca a essência do pagode e do samba romântico dos anos 90 misturado ao frescor atual. Essa trilha sonora torna fácil compartilhar olhares cúmplices, cantando juntos cada verso apaixonado.
O início da caminhada da cantora, marcado pela orla de Morro de São Paulo e vídeos à beira-mar, traz uma estética leve e acolhedora.
Assistir aos clipes junto com Fabiane cria um cenário propício para desacelerar a rotina, abrir um bom vinho ou saborear um petisco, aproveitando a companhia e a boa conversa.
"Saudade do seu cheiro, seu gosto, seu corpo."
"Beija meu corpo inteiro, me arrepia até a alma."
'Está tão frio aqui sem você. Preciso do seu corpo me aquecendo
HANAYA
NO QUARTETO VENCEDOR ESTRELAS DA CASA
2026
A cantora Hanaya destacou-se como uma das grandes representantes do gênero Pagode na temporada do reality musical Estrelas da Casa, exibido pela Rede Globo.
Trajetória no Programa
• Representação Baiana e Identidade: Desde o início da competição, Hanaya chamou atenção pela firmeza e carisma, integrando o time voltado ao pagode. Ela dividiu o protagonismo do estilo com outros nomes de peso da edição, fortalecendo a presença da Bahia e a cultura do pagode no cenário nacional.
O Quarteto Vencedor: Na reta decisiva, o gênero foi representado pelo quarteto formado por Hanaya, Uel (também baiano, de Salvador), Vick Nunes e David Natel. Juntos, eles disputaram e venceram o título da temporada contra a equipe finalista do gênero Pop.
A participação de Hanaya marcou a temporada pela força vocal, representatividade regional e pela consolidação do pagode nas etapas finais do formato da TV Globo.
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
LUIZ AIRÃO
terça-feira, 4 de agosto de 2026
DONNA SUMMER
sexta-feira, 31 de julho de 2026
MARACANÃ
O Maracanã do final da década de 1970 era algo singular
Distante da configuração de arena dos dias de hoje, aquele "Maior do Mundo" pulsava em um ritmo analógico, monumental e quase mítico.
O Maracanã no Final dos Anos 70
Assistir a um jogo do Flamengo ali, naquela época, era ser engolido por um mar de gente e de paixão:
• A Geral e as Arquibancadas: A lendária Geral — aquele fosso ao redor do gramado onde o torcedor ficava em pé, colado no campo — dava a alma ao estádio. Acima, as imensas arquibancadas de cimento cinza acomodavam facilmente mais de 100 mil pessoas em dias de grande público.
• A Atmosfera Carioca:
• As bandeiras gigantescas de pano tremulavam ao vento, a poeira dos talcos subia com os gols e o som das baterias das organizadas ecoava por toda a estrutura de concreto. O cheiro de biscoito Globo e mate de galão misturava-se ao calor das tardes de domingo.
• O Flamengo da Época: Era o alvorecer da era de ouro rubro-negra. Zico já despontava como o grande maestro daquele time, que se preparava para dominar o futebol brasileiro e mundial nos anos seguintes. Ver aquele time em campo no Maracanã era assistir à história sendo escrita ao vivo.
Memórias a Dois: O Romance na Cidade Maravilhosa
Viajar a passeio para o Rio de Janeiro já carregava, por si só, uma atmosfera de romance e descoberta. Mas dividir a energia do futebol ao lado da Adriely deu um tom ainda mais especial àquela viagem:
Entre o frisson da torcida, o som das baterias e o mar de rubro-negros nas arquibancadas, o espetáculo do campo dividia espaço com os olhares cúmplices e as mãos dadas.
Estar com a Adriely no meio daquela multidão criava um contraste inesquecível: de um lado, a magnitude do gigante de concreto e o fervor das arquibancadas; do outro, a intimidade e o carinho de um casal aproveitando os encantos da capital carioca no fim dos anos 70
Aquelas tardes de futebol, seguidas por passeios sem pressa pela orla ou pelas ruas arborizadas do Rio, certamente registraram um capítulo muito bonito e saudosista em nossa memória
"Seus lábios têm um convite irrecusável."
"Um simples toque seu é capaz de acender todo fogo em mim."
'Posso fazer um tour do seu corpo usando a boca?"
quarta-feira, 29 de julho de 2026
ALMIR SATER
Que memória bonita e cheia de nostalgia.
Assistir Almir Sater em meados dos anos 1980, na sua própria Campo Grande, tem um gosto completamente diferente.
Naquela época, Almir já não era apenas uma promessa local, mas uma força da natureza da música sul-mato-grossense. Ele estava consolidando o som que misturava a tradição da viola caipira com o romantismo da fronteira, o chamamé e a sofisticação da MPB.
A Trajetória de Almir Sater
Nascido em Campo Grande, Almir Sater revolucionou a forma de tocar viola caipira de dez cordas. Ele pegou um instrumento historicamente associado ao interior mais puro e o levou para palcos urbanos com uma técnica impecável e dedilhados que parecem traduzir o ritmo e a imensidão do Pantanal.
• Início e Maturação: Nos anos 1970, trocou a faculdade de Direito no Rio pela dedicação total à música. Voltou ao Mato Grosso do Sul e ajudou a criar a identidade musical moderna da região.
• Anos 80 : Foi a década da grande afirmação. Álbuns como Estradeiro (1981), Dourado de Pó (1982) e Rasta Bonito (1989) traziam composições poéticas e harmonias suaves. Canções como "Sombra dos Meus Anos" e a antológica parceria com Renato Teixeira em "Tocando em Frente" marcaram essa era.
• Explosão Nacional: Nos anos 1990, sua popularidade ultrapassou todas as fronteiras ao estrelar novelas como Pantanal (1990) e A História de Ana Raio e Zé Trovão, tornando-se um ícone da cultura sertaneja de raiz e do imaginário popular brasileiro.
Imaginar essa noite em meados de 1980 em Campo Grande é resgatar um momento de pura poesia. Para quem morava na cidade, o show de Almir não era apenas uma apresentação musical; era um reencontro da cidade com sua própria alma.
A música dele cria uma atmosfera quase intimista por natureza. O dedilhado limpo da viola, o tom de voz manso e as letras contemplativas têm o poder de desacelerar o tempo
Estar ao lado da Rosana num ambiente desses, ouvindo clássicos do repertório sertanejo e pantaneiro ao vivo, certamente transformou a noite em uma lembrança afetiva inesquecível
São esses encontros simples — uma boa música, a pessoa certa e a atmosfera da própria cidade — que acabam marcando a nossa vida para sempre.
"Quero sentir sua boca na minha"
"Imagina eu gemendo no seu ouvido"
"Vem me fazer perder o juízo".



















