O blog Elas .. é uma emocionante jornada pelas histórias das mulheres que passaram na vida de seu autor. Com textos sinceros e tocantes, o blog narra experiências de amizade e amor, e apresenta retratos únicos dessas mulheres que, de alguma forma, deixaram marcas na vida do autor. É uma mistura de realidade com ficção, alguns nomes e situações são fictícios preservando a identidade, outros são reais . As imagens foram geradas através de IA
A Praia da Costa em Vila Velha, Espírito Santo, é um verdadeiro paraíso para os amantes da praia. Localizada na região central de Vila Velha, é uma das mais famosas e movimentadas do estado.
No dia em questão, eu e Adriany decidimos aproveitar o sol e as águas claras da Praia da Costa. Chegamos cedo pela manhã e encontramos um lugar perfeito na areia para estender as toalhas e relaxar.
Enquanto tomávamos sol, pedimos uma água de coco em um dos quiosques à beira-mar. O clima estava perfeito, com uma brisa suave e o som das ondas quebrando suavemente na costa.
Após algumas horas, decidimos aproveitar o almoço em um dos quiosques ao redor. No quiosque, escolhemos uma mesa com vista para o mar e não poderíamos ter feito uma escolha melhor.
O cardápio era repleto de opções de frutos do mar frescos e pratos típicos da região. Decidimos experimentar um peroá frito, um peixe tradicional e delicioso.
Após o almoço, decidimos caminhar pela orla da Praia da Costa e depois encerramos nosso momento romântico num motel que fica próximo à praia
Conheci Leda no Bar Refúgio, uma casa de shows da década de 1980 em Campo Grande MS. Como tínhamos gostos musicais semelhantes, tornamo-nos amigos e começamos a frequentar o local regularmente juntos.
Leda era uma mulher incrível, cheia de energia e sempre pronta para se divertir.
Nossos encontros geralmente envolviam música. Passávamos horas conversando sobre grupos musicais e artistas que gostávamos, trocando dicas e compartilhando nossas músicas favoritas.
Assim, nosso relacionamento romântico acabou surgindo de forma natural a partir dessa amizade sólida que tínhamos. Percebemos que existia uma conexão especial entre nós e, com o tempo, os sentimentos foram se intensificando.
Lembrar dos momentos em que nos aproximamos romanticamente me traz um misto de alegria e nostalgia. Passamos a nos encontrar não só para compartilhar músicas, mas também para momentos mais íntimos e carinhosos.
Saíamos para momentos românticos e até mesmo escapadas de fim de semana para lugares tranquilos. Cada encontro era uma oportunidade de intensificar essa conexão que sentíamos.
Sula Miranda é uma cantora brasileira de música sertaneja, nascida em 1963, em São Paulo. Ela é conhecida como a "Rainha dos Caminhoneiros", devido à sua grande popularidade entre os motoristas de caminhão, por suas letras que abordam temas da rotina e das estradas.
Eu e Marta fomos assistir a um show de Sula Miranda , durante uma campanha política em una cidade de Mato Grosso do Sul, em que ela mostrou toda sua energia e carisma no palco. Ela cantou seus maiores sucessos, como "Caminhoneiro do Amor" e "Frisson", empolgando o público presente.
A performance de Sula Miranda foi marcada pela sua voz romântica e sua interação com a plateia, que estava animada e cantava junto com a cantora. Ela demonstrou uma presença de palco cativante.
Marta e eu fomos transportados para um verdadeiro túnel do tempo, relembrando os momentos românticos que vivemos juntos.
Enquanto as primeiras notas musicais preenchiam o ar, Marta se aproximou de mim com um sorriso doce nos lábios, brilhando de lembranças felizes. Era como se cada melodia tocada fosse um fio condutor que nos levava de volta aos momentos mais apaixonados de nosso relacionamento.
A música nos envolvia, e em um instante estávamos dançando juntos como se estivéssemos em um baile a dois.
"Nossos lábios pareciam se conhecer de muitos momentos ...
Foi gostoso sentir aquela boca ferina entre meus lábios , ficar vermelha e marcada por nossa necessidade
No dia 14 de maio, comemora-se a independência do Paraguai e coincidiu que eu estava em Ponta Porã, cidade fronteira com Pedro Juan Caballero. Minha amiga Marguerita, paraguaia que lá reside, me convidou para conhecer os festejos
Ao chegarmos , fomos imediatamente cercados por um ambiente festivo e animado. O local estava decorado com as cores da bandeira paraguaia, e o som das polcas paraguaias ecoava por todo o espaço. Os trajes típicos coloridos dos paraguaios também estavam presentes, deixando o clima ainda mais autêntico.
Nos deparamos com uma variedade de comidas típicas paraguaias, algo que Marguerita e eu ficamos extremamente empolgados em saborear. Havia uma mesa repleta de deliciosas iguarias, como a tradicional sopa paraguaia, um prato semelhante a uma polenta, feito de farinha de milho, queijo e cebola; a chipa, um pão de queijo de formato cilíndrico, e o famoso mandi'o chyryry, um ensopado de carne com mandioca.
Enquanto saboreávamos as delícias, dançamos ao som da polca paraguaia. A música contagiante nos envolvia e nos fazia vibrar com cada passo e movimento. Os paraguaios presentes na festa eram mestres na dança, e muitos deles nos convidaram para entrar na roda e aprender alguns passos típicos.
Foi um dia empolgante e ficamos maravilhados com a energia e a paixão dessa festa !
Era a década de 1980 e eu e Heloisa fomos nos divertir num baile de carnaval em outra cidade.
No salão do clube, a decoração estava repleta de elementos carnavalescos, como serpentinas, balões coloridos e máscaras espalhadas pelo ambiente. Havia também diversos painéis com imagens de sambistas e temas relacionados ao carnaval.
A música animada das marchinhas tomava conta do salão, trazendo uma atmosfera de alegria contagiante. Os músicos da banda que animava a festa tocavam melodias clássicas como "A Jardineira" , "Mamãe eu Quero" e outras que faziam todos se levantar e começar a dançar.
O povo, completamente envolvido pelo clima carnavalesco, dançava ao som das músicas, movendo-se energeticamente pelo salão. Homens e mulheres se revezavam entre passos de samba.
Nós dois, com as fantasias invertidas, certamente chamaram a atenção no baile carnavalesco. Enquanto eu estava vestido como mulher, Heloisa estava caracterizada como homem. Essa escolha peculiar de fantasia certamente gerou curiosidade e sorrisos por onde passavam.
Pintar minhas unhas de vermelho foi uma ousadia e a quebra de padrões proporcionou um clima descontraído e cheio de diversão na festa.
As pessoas ao redor riam e aplaudiam nossas performances, apreciando a originalidade da nossa brincadeira . A festa se tornou muito mais animada com a espontaneidade e alegria que nos transmitiam. Alguns elogiavam a criatividade das fantasias e se divertiam com o contraste inusitado.
O carnaval é conhecido por permitir que as pessoas expressem sua criatividade e se divirtam sem restrições.
Na década de 1970, passei algum tempo em Recife a trabalho, especificamente no centro da cidade. Durante minha estadia, tive a oportunidade de explorar algumas áreas turísticas, incluindo a famosa praia da Boa Viagem.
Em uma outra ocasião, vim a passeio, decidi fazer algo diferente e fui acampar em outro local próximo à cidade.
O camping era bem rústico, com uma área reservada para montar as barracas e algumas estruturas básicas. Estávamos em grupos de famílias e como era um camping mais isolado, não havia muitas opções de comércio próximo, então tivemos que levar nossa própria comida e suprimentos. Foi muito divertido e animado
Na terceira vez que estive em Recife, também na década de 1970, fui a trabalho novamente, mas tive um pouco mais de tempo livre para explorar a cultura e o entretenimento da cidade. Durante essa estadia, aproveitei para conhecer alguns cinemas, teatros e shows que estavam acontecendo na época.
Nessa época Olinda já era conhecida como um dos principais destinos para o carnaval no Brasil.
Então fui até lá conhecer a cidade vizinha que respirava a cultura, história e tradição durante essa época do ano, e os preparativos para os blocos carnavalescos eram uma das grandes atrações.
Durante minha estadia não pude deixar de pensar em Maria Teresa, que gostaria de me acompanhar mas não foi possível. A distância entre nós gerava um sentimento de saudade, mas também fazia com que eu me lembrasse dos momentos românticos que compartilhamos juntos.
Se eu jaá te amo sem roupa, imagina sem!
Me leva pro seu quarto que eu prometo te levar pro céu
Me pega com força?
Minha boca na sua, rola?
Vontade de deixar sua boca gelada de tanto prazer!
Meu corpo treme quando suas mãos me tocam
Só hoje eu já te quis milhões de vezes!
Amor, complete a frase. Que vontade de…
Era como se cada paisagem, cada show e cada lugar que eu visitava me fizesse lembrar dela e desejar que ela estivesse ao meu lado para compartilhar aquela experiência.
Carmem e eu trabalhavamos na mesma empresa porém em cidades diferentes de Mato Grosso do Sul. Eu em Campo Grande e ela em Três Lagoas
Devido ao nosso tipo de trabalho era comum nos encontrarmos, ora numa cidade ora na outra. Daí nós aproximamos e surgiu um relacionamento romântico.
Durante nossos encontros, percebemos que tínhamos muitas afinidades e gostos em comum. Compartilhávamos a mesma paixão na gastronomia e na música. Essas semelhanças fortaleceram nossa conexão e nos aproximaram ainda mais.
Apesar de estarmos em cidades diferentes, Carmem e eu conseguíamos manter nosso relacionamento à distância. Era uma mistura de saudade e empolgação, pois sabíamos que cada encontro seria especial e aproveitávamos ao máximo o tempo que tínhamos juntos.
Nossos momentos românticos e de lazer juntos eram sempre cheios de diversão e emoção. Aproveitávamos cada oportunidade para explorar novos lugares, descobrir novas músicas e desfrutar de experiências íntimas inesquecíveis.
O Grupo de Seresta Sinfonia da Mata foi fundado em 28 de setembro de 1970, na cidade de Marechal Floriano, no Espírito Santo. A ideia da fundação do grupo surgiu durante uma seresta no sítio de Vitor Hugo, quando Helvécio Kuster, um dos fundadores, idealizou a criação de um clube de seresta na cidade.
O primeiro nome escolhido para o grupo foi "Luar de Marechal", mas foi alterado para "Grupo Capixaba de Seresta Sinfonia da Mata". A formação original do grupo era composta por Helvécio Kuster (violão), Nadir Kuster (violão), Hugo (cavaquinho), Solange Kuster (voz) e Laura (Cabocla) Kuster (voz).
O grupo logo se tornou popular em Marechal Floriano, e passou a se apresentar em outras cidades do Espírito Santo. Em 1971, o grupo participou do Festival de Música Popular Brasileira de Vitória, onde conquistou o primeiro lugar na categoria "Seresta".
O grupo continuou a se apresentar regularmente, e em 1990 lançou seu primeiro disco, intitulado "Sinfonia da Mata".
O grupo completou 50 anos de atividade em 2020, e continua a se apresentar em Vitória e outras cidades do Espírito Santo. O grupo é um dos principais representantes da seresta no Espírito Santo, e contribui para a preservação dessa tradição musical.
Ao longo de sua história, o Grupo de Seresta Sinfonia da Mata já teve diversas formações, mas sempre manteve a qualidade musical e o compromisso com a preservação da seresta. O grupo é um patrimônio cultural do Espírito Santo, e sua atuação é fundamental para a manutenção dessa tradição musical.
Eu e Lourdes costumavamos ir ao Clube Alvares Cabral, em Vitória, nas apresentaçõesdo Grupo de Seresta Sinfonia da Mata, esse grupo de músicos que interpretava clássicos da seresta brasileira, acompanhado de talentosos cantores e cantoras amadores.
A música sempre foi um elemento importante em nossa relação e as apresentações do Sinfonia da Mata eram uma ocasião especial para nós.
Numa das noites, ao chegarmos, ao som da música, começamos a dançar. Era uma dança lenta e romântica, que combinava perfeitamente com o ambiente.
Depois de algumas músicas, voltamos a sentar novamente e continuar a ouvir belas melodias antigas como , " A volta do boêmio " " Carinhoso " "Tango para Teresa " " Barracão de Zinco " e outras
Foi uma noite incrível. Estávamos cansados, mas felizes. Tínhamos passado uma noite inesquecível
O estádio de São Januário é a casa do Club de Regatas Vasco da Gama e está localizado no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. É um estádio de futebol com capacidade para cerca de 21.880 espectadores e foi inaugurado em 1927.
Na época em que fui assistir ao jogo entre Vasco e Madureira, o estádio ainda mantinha características de sua construção original, com suas arquibancadas de concreto e estruturas de ferro.
Quando cheguei ao estádio de São Januário, pude sentir a empolgação e a animação da torcida vascaína. As arquibancadas já estavam preenchidas com os torcedores vestindo as cores do clube, com bandeiras e faixas espalhadas pelo estádio. O hino do Vasco ecoava no ar, criando uma atmosfera de paixão e devoção.
O estádio tinha uma vista impressionante de qualquer lugar que eu estivesse. As arquibancadas são bastante íngremes, permitindo uma excelente visão do campo e dos jogadores. As estruturas de concreto e ferro conferiam um aspecto histórico e nostálgico ao estádio
Quanto ao jogo em si, posso dizer que foi uma experiência incrível. O Vasco da Gama e o Madureira protagonizaram uma partida disputada e empolgante. Ao final o Vasco venceu por 2 X 0 para alegria de sua torcida .
Me lembrei desse dia e desse jogo enquanto estava assistindo pela TV uma partida recente entre o Vasco e o São Paulo. FC com minha amiga Simoninha num dos restaurantes aqui de Vitória
No início dos anos 90, eu e Rosely buscávamos aproveitar os momentos de lazer e diversão juntos, e a música sertaneja era uma das nossas paixões. Naquela época, a dupla Gilberto & Gilmar estava conquistando o país com suas canções românticas e marcantes.
Ficamos sabendo que a dupla faria um show no Ginásio de Esportes de Londrina, cidade onde morávamos. Aquela notícia nos encheu de alegria e ansiedade, pois seria a primeira vez que assistiríamos a um show juntos.
Assim que entramos no ginásio, sentimos uma energia contagiante no ar. O ambiente estava lotado de fãs animados, ansiosos para presenciar a performance da dupla que tanto admirávamos. Encontramos nossos lugares , onde podíamos evitar sermos vistos, e esperamos ansiosamente pelo início do espetáculo.
Quando as luzes se apagaram e o som da banda começou a ecoar pela arena, uma explosão de emoção tomou conta de nós. Gilberto & Gilmar subiram ao palco com toda a sua simpatia e talento, conquistando imediatamente a plateia. Com cada música cantada pela dupla, uma memória e um sentimento especial vinham à tona. Enquanto segurávamos nossas mãos com força, não conseguíamos conter os sorrisos que se formavam em nossos rostos.
Logo nos primeiros acordes de "Luz do amanhecer", recordamos do nosso começo de relacionamento. Era como se a letra da música narrasse a nossa própria história e nos fizesse lembrar de todos os momentos que passamos juntos até aquele momento.
A atmosfera no ginásio era mágica. As pessoas cantavam em coro as canções que todos conheciam e amavam. Em "Capa de Revista", não resistimos e nos abraçamos, dançando devagarinho, como se o ,tempo tivesse parado, nos entregamos à nostalgia e ao amor que envolvia aquele momento.
Enquanto Gilberto & Gilmar continuavam a entoar as notas melódicas daquela música tão especial, envolvidos em sua melodia romântica, nossos olhares se encontraram cheios de cumplicidade.
Rosely se aproximou lentamente, seus olhos brilhando com a emoção do momento, e então, nossos lábios se encontraram em um beijo repleto de amor e paixão. O mundo parecia desaparecer ao nosso redor, deixando apenas nós dois e aquela bela canção como trilha sonora.
Enquanto vivíamos esse momento único, os aplausos e gritos de euforia da plateia se mesclavam à melodia, criando uma sinfonia de felicidades!
Na década de 1980, eu e Irene, decidimos visitar Paraty . Chegamos ansiosos para explorar as belezas naturais desse destino tão encantador e o clima aconchegante da cidade nos envolveu imediatamente.
Paraty tinha um charme nostálgico, com ruas de pedra e casarões coloniais preservados. Era como se estivéssemos em um verdadeiro cenário de época.
Visitamos diversos locais que contavam a história de Paraty e de seu povo. A arquitetura colonial era simplesmente deslumbrante. Vimos também muitas lojas de artesanato, onde adquirimos algumas lembranças para guardar dessa viagem especial.
A gastronomia local foi outro destaque da nossa visita. Paraty era conhecida por seus frutos do mar frescos e saborosos, e nós aproveitamos para experimentar pratos típicos. Nós nos deliciamos com moquecas, camarões à milanesa, peixes grelhados e outros pratos tradicionais da culinária caiçara.
Sentamos nas mesinhas ao ar livre, diante das igrejinhas históricas que arrebatam qualquer turista, enquanto os pratos agradam até os mais exigentes paladares. E, claro, brindamos com uma boa cachaça artesanal. Elas estão entre as melhores do país e "você estará bebendo um pouco da história de Paraty."
Um dos pontos altos da nossa viagem foi o passeio de barco pelas ilhas e praias da região.
A cada novo dia em Paraty, nos apaixonávamos ainda mais pela cidade e seu encanto. Sentimos uma conexão profunda com a natureza
Durante nossa estadia em Paraty, não poderíamos deixar de visitar um famoso alambique local, conhecido pela produção artesanal de cachaça, a bebida típica brasileira.
No alambique, presenciamos todas as etapas do processo de produção da cachaça. Desde a seleção das canas de açúcar até a destilação final. Essa experiência nos trouxe uma nova apreciação pela bebida, ao entendermos o trabalho árduo e artesanal por trás de cada cálice que tivemos a oportunidade de provar
Foi um passeio que ficou gravado em nossa memória.
"Sinto o gosto dos seus beijos delicados, saborear os meus lábios, o calor de sua pele, fazer o meu corpo se curvar ao prazer e a maciez de seu toque, envolver meu espírito, sinto você brincando de amar entortando o meu coração fazendo me perder em seus desejos, sem me deixar raciocinar."
No início da década de 1980, eu e Sirley tivemos a oportunidade de assistir a um show de Gonzaguinha numa chácara em Campo Grande, Mato Grosso do Sul e fomos ao evento animados para aproveitar uma noite especial.
Ao chegarmos à chácara, nos deparamos com um ambiente aconchegante, rodeado pela natureza. O clima era de expectativa e ansiedade, pois tínhamos a oportunidade de presenciar um dos maiores nomes da música popular brasileira. Gonzaguinha, filho de Luiz Gonzaga, era conhecido por suas letras profundas e emocionantes, que abordavam temas como amor, política e superação.
Uma sensação de empolgação tomou conta do ar quando Gonzaguinha adentrou o palco, sendo recebido calorosamente pela plateia.
Ele começou a cantar algumas de suas músicas mais conhecidas, como "O que é, o que é?", "E vamos à luta" e "Sangrando". Sua voz rouca e potente cativava a todos, e a emoção rapidamente se espalhou pelo ambiente.
Enquanto as músicas iam sendo entoadas, nossas memórias íntimas eram reavivadas. Cada acorde e cada palavra nos transportava para momentos especiais que tínhamos compartilhado. A cada refrão cantado em uníssono pelo público, uma conexão mais profunda entre nós se fortalecia.
Enquanto nos deixávamos levar pela música, dançando colados um ao outro, sentimos uma conexão única e especial, como se aquele momento fosse apenas nosso.
Ao final, o público se levantou em uma ovação emocionada, aplaudindo de pé e demonstrando gratidão pelo talento e pela emoção proporcionada pelo artista.
Naquela noite, percebemos como a música tem o poder de nos transportar para experiências passadas, revivendo os sentimentos e as memórias mais intensas de nossos momentos íntimos
ORádio Clube foi fundado no dia 25 de dezembro de 1924. Um grupo de pessoas se reuniu na Biblioteca Pública, à Avenida Afonso Pena, às 17 horas daquele dia, para criar um centro de encontro familiar em Campo Grande. A ideia era reunir amigos para ouvir rádio, uma invenção ainda muito recente no Brasil da época.
O Rádio Clube foi um dos primeiros clubes da cidade, tornando-se um marco na memória de Campo Grande. No início, apenas uma rádio para que os jovens se divertissem ouvindo músicas, notípppcias e trocar ideias, na casa de Vespasiano Barbosa Martins, em 1924. Entre os anos de 1925 a 1943, passou a funcionar ao lado da antiga Prefeitura (demolida em 1970), que se localizava na Av. Afonso Pena, pois a necessidade era de um espaço maior para esses encontros. A partir de 1941, o Rádio Clube inaugura sua nova sede, na Rua Padre João Crippa, com a mesma finalidade de antes, reunião de jovens, diversão e lazer
Surgia o tradicional clube, que, em meio à segunda guerra mundial, construiu sua sede em estilo missões.
Quem já mora aqui há muito tempo com certeza curtiu ao lado da família um bailinho de Carnaval nos clubes da cidade. O Rádio era, de todos, o com mais tradição na folia do Momo. Com um caráter bem familiar, as duas sedes da instituição bombavam com festas em matinês e a noite.
Nessa época, o Carnaval no Rádio Clube era Carnaval mesmo. Tocava muita marchinha e música própria da época, " Jardineira" "Mamãe eu Quero", "Cabeleira do Zezé" e outras. "
Eu e Rosileny fomos a diversos bailes carnavalescos no Rádio Clube. Esses momentos são inesquecíveis
Numa dessas vezes eu me fantasiei de mendigo, em alusão ao salário mínimo
Esmeralda era uma garota linda, de cabelos longos e pretos, e um sorriso contagiante. Estudávamos no segundo grau, no curso noturno, e costumávamos voltar para casa juntos, pois morávamos próximo.
Durante o caminho, conversávamos sobre tudo e qualquer coisa. Falávamos sobre nossos sonhos, nossas famílias, nossos amigos, as músicas que gostávamos e sobre o que queríamos fazer da vida.
Entre essas mmúsicas também estavam as dos VIPs que estudaram no mesmo colégio que nós.
Esmeralda sempre demonstrou interesse em áreas criativas, como artes e moda. Ela adorava desenhar e tinha um talento nato para criar belas ilustrações. Nossas conversas muitas vezes giravam em torno de como ela poderia utilizar seu talento e paixão para seguir uma carreira relacionada às artes.
Eu, por outro lado, tinha uma inclinação mais para a área de exatas ou jornalismo e buscava informações sobre as melhores universidades e cursos nessas áreas.
Conversávamos sobre as disciplinas que tínhamos mais afinidade e como poderíamos aplicar esses conhecimentos em nossas futuras profissões.
Por outro lado, uma das festas que ansiávamos conhecer eram os bailes carnavalescos que aconteciam na cidade durante o período de carnaval.
Naquela época, os bailes eram eventos bastante populares e tradicionais, onde as pessoas se fantasiavam e dançavam ao som de músicas animadas.
Sim, durante nossas conversas também falávamos sobre família e casamento. Esmeralda sempre expressou o desejo de encontrar um parceiro amoroso e construir uma família feliz. Ela sonhava com um casamento romântico e cheio de emoção.
Por fim, terminamos nosso ciclo no ensino médio e seguimos nossos caminhos, tanto famliares como profissionais, mas essas reflexões foram importantes nas decisões que tomamos na vida.
"Te quero mais que uma amiga pois foi de uma amizade que me conquistou
Atire a primeira pedra quem nunca desejou um lápis de cor pra colorir aquela amizade
Amizade falsa é encontrada em qualquer lugar mas a amizade sincera não se acha tão facil!
Dentro de mim, mora muito mais que amizade por você, queria poder compartilhar com você os pensamentos nunca ditos e as vontades mais estranhas...
Sempre fui um grande amigo seu Só que não sei mais se assim vai ser Sempre te contei segredos meus Estou apaixonado por você
Sou completamente a favor da amizade entre homem e mulher, principalmente se for colorida!
O Carnaval de congo de máscaras é uma festa folclórica realizada anualmente em Roda d'água, Cariacica ES.
O dia da padroeira do Espírito Santo, Nossa Senhora da Penha, é lembrado de maneira especial em Cariacica, com o Carnaval de Congo
A festa começa pela manhã com uma procissão chegando a local da Missa Campal, trazendo a imagem de Nossa Senhora da Penha, ao som das bandas de congo participantes. Após a missa a imagem é levada ao local dos festejos.
Durante o dia todo as bandas de congo se apresentam em um local aberto, cada uma com seus participantes dançando, cantando e tocando seus instrumentos típicos. As músicas, no geral, são composições próprias para o ritmo.
Congo capixaba é um gênero musical brasileiro, típico das regiões litorâneas do Espírito Santo.
Os principais instrumentos são o tambor de congo, bumbo ou caixa, casaca ou reco-reco, cuíca, chocalho, triângulo e apito (utilizado pelo mestre no início e término das toadas)
As toadas, na maioria das vezes, são feitas em homenagens a santos, como São Benedito e Nossa Senhora da Penha (padroeira do estado do Espírito Santo), mas também falam de temas como o mar, o amor e, às vezes, a morte.
Atualmente, além do lado religioso e folclórico, o Congo Capixaba também influencia bandas de música popular, que associam outros instrumentos musicais ao ritmo, como a guitarra e o baixo. Um exemplo é a banda Casaca.
Quando surge a dança dos mascarados , o João Bananeira, em meio à congada, na zona rural do município, tem-se a certeza de estar diante de uma manifestação única do folclore brasileiro. Também é das mais autênticas expressões da cultura e da religiosidade local.
Tambores e casacas acompanham toadas tão antigas que é difícil saber ao certo a origem das composições. Os estandartes com os santos homenageados guiam a procissão. Esses elementos são característicos do congo, uma das mais importantes marcas da cultura popular do Espírito Santo
Eu estive muitas vezes em Roda d'água para assistir e acompanhar essa festa, algumas delas junto com Nayr
Jataí é um município do estado de Goiás, no Brasil. Situa-se no sudoeste de Goiás, sendo considerada a capital da produção de grãos e leite de Goiás e o maior produtor nacional de milho.
Na década de 1980, a economia de Jataí era baseada principalmente na agricultura e na pecuária.
Em geral, Jataí é uma cidade que passou por um processo de crescimento e desenvolvimento nas últimas décadas. A economia se diversificou e a cultura se tornou mais cosmopolita.
Mas o universo tem uma maneira engraçada de nos surpreender quando menos esperamos. Na década de 1980 voltando de Brasília, decidi fazer uma parada em Jataí, reencontrando assim Marcilene que nos conhecemos algum tempo atrás em Ponta Porã MS
Nosso encontro foi marcado por uma mistura de nostalgia e entusiasmo. Parecia que o tempo não tinha passado para nós, e rapidamente caímos em conversas animadas sobre nossas vidas
À medida que nos reconectávamos, percebemos que nossos sentimentos não haviam se perdido ao longo dos anos. A chama do amor estava acesa dentro de nós. Os momentos românticos que compartilhamos foram cheios de reflexões e descobertas.
Durante nossos passeios em Jataí, Marcilene me mostrou lugares interessantes e encantadores que eu jamais tinha conhecido.
À noite, tivemos momentos românticos inesquecíveis. Em certa ocasião, fomos a um restaurante aconchegante onde compartilhamos um jantar delicioso, embalados por músicas suaves e um clima de intimidade. Ali, olhando nos olhos um do outro, sentimos a conexão entre nós se fortalecer ainda mais.
Também tivemos uma noite romântica no hotel , onde estava hospedado em um quarto com uma vista deslumbrante. Ali, nos entregamos ao amor e à paixão que haviam sido reacendidos entre nós. Foi uma noite memorável, cheia de momentos de ternura e entrega.
Não quero esquecer nenhum detalhe de meus lábios em seu corpo, da minha boca te devorando, do quadro que nossos corpos nos forma no espelho, minhas mãos contornando seu corpo e acordando nossos desejos ...
O desejo audacioso de por as mãos em seus seios, afastar suas coxas e te engolir, sentir o seu gozo"
Maria Alcina é uma das grandes cantoras da música brasileira. Seu timbre marcante e sua voz potente são inconfundíveis. Ela começou a carreira nos anos 1970 e, desde então, lançou mais de 20 discos. Entre seus maiores sucessos estão "Fio Maravilha", "Kid Cavaquinho", "Escandalosa" e "Balanço da Rede".
Eu e Jucely somos fãs de Maria Alcina desde sempre. Quando soubemos que ela iria se apresentar no Café Nice, no Rio de Janeiro, não pensamos duas vezes e compramos os ingressos.
Esse show da Maria Alcina foi um momento inesquecível para mim e para a Jucely. A energia da cantora no palco era contagiante, e sua performance nos transportou para um universo romântico e apaixonante.
Quando ela cantou "Tua Sedução", nós nos olhamos nos olhos e nos beijamos. Foi um momento de grande amor e cumplicidade.
Esse show foi um marco em nossa relação. Foi uma noite que jamais esqueceremos.
Outro momento marcante foi quando ela cantou "Kid Cavaquinho". Essa música é uma das nossas favoritas de Maria Alcina. Ela tem um ritmo contagiante e nos faz querer dançar.
O show terminou com um bis, no qual Maria Alcina cantou "Escandalosa". Essa música é uma declaração de amor e é perfeita para um casal apaixonado.
Ao final do show, Jucely e eu nos olhamos, com os olhos brilhando, e sabíamos que tínhamos compartilhado algo inesquecível. A música de Maria Alcina havia nos conectado ao passado e ao presente