O início da década de 1970 tem uma atmosfera única.
O blog Elas .. é uma emocionante jornada pelas histórias das mulheres que passaram na vida de seu autor. Com textos sinceros e tocantes, o blog narra experiências de amizade e amor, e apresenta retratos únicos dessas mulheres que, de alguma forma, deixaram marcas na vida do autor. É uma mistura de realidade com ficção, alguns nomes e situações são fictícios preservando a identidade, outros são reais . As imagens foram geradas através de IA
terça-feira, 26 de maio de 2026
AGOSTINHO DOS SANTOS
domingo, 24 de maio de 2026
MATÃO (SP)
Ah, a década de 1970!
Matão, naquele período, misturava com perfeição a força do seu crescimento industrial e agrícola com a tranquilidade e o romantismo típicos de uma cidade acolhedora.
Naquela década, Matão exalava a nostalgia das noites frescas do interior. A cidade era muito conhecida pelo seu forte cultivo de laranja e pela efervescência de suas indústrias, mas quem a visitava a passeio encontrava um ritmo de vida calmo, perfeito para casais.
Esse era o coração social da cidade. Nos anos 70, o footing (aquele passeio lento ao redor da praça para ver e ser visto) ainda era uma grande tradição. A iluminação suave, os jardins bem cuidados e a imponente Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus criavam uma atmosfera de filme da época.
Caminhando pela Praça da Matriz no início da noite. O clima pedia um sorvete na tradicional sorveteira local ou um chopp gelado em um dos bares ao redor.
Matão nos anos 70 era o refúgio ideal para quem vinha da vizinha Araraquara em busca de um cenário acolhedor para namorar e criar memórias. A simplicidade dos passeios, o vento fresco do interior e a cumplicidade entre eu e Luciane transformaram essa viagem em um capítulo especial da nossa história ..
"Quando estou perto de você, sinto uma eletricidade no ar."
"Se você soubesse o efeito que causa em mim, não resistiria a me provocar ainda mais."
"O pensamento de estar ao seu lado me faz suspirar de desejo."
sábado, 23 de maio de 2026
TRIO ESPERANÇA
Ah, os anos 1960! Que época de ouro para a música brasileira e que recordação maravilhosa .
Voltar no tempo para a década da Jovem Guarda, do rádio e das vitrolas, especialmente ao lado de amigas queridas como a Vera e a Isabel, é resgatar pura nostalgia e alegria.
Formado em Nova Friburgo (RJ) pelos irmãos Mário, Regina e Evinha (e mais tarde com a entrada de Marizinha quando Evinha seguiu carreira solo), o Trio Esperança trouxe um frescor único para a música popular brasileira.
Eles eram muito jovens, e a perfeita harmonia vocal entre os irmãos se tornou a marca registrada do grupo.
O Trio conseguiu transitar com muita facilidade entre a doçura da MPB e a energia contagiante da Jovem Guarda.
Na década de 1960, eles eram presença garantida nos programas de rádio, na televisão e nas paradas de sucesso.
O repertório deles era cheio de carisma, ritmo e romantismo ingênuo, ideal para ouvir e cantar :
"Filme Triste" (Sad Movies): Um dos maiores sucessos do trio. Quem não se lembra do refrão dramático e fofo sobre a menina que chora no cinema ao ver o namorado com outra?
"O Passo do Elefantinho" (Baby Elephant Walk): Uma música divertida, com uma coreografia vocal marcante que embalava as festinhas e as brincadeiras da juventude.
"A Festa do Bolinha":Outro clássico da Jovem Guarda que colocava todo mundo para dançar e cantar junto.
"Garota Moderna":Uma canção que dialogava diretamente com a juventude daquela transição dos anos 60.
Como o Trio Esperança era famoso pelas harmonias em três vozes, era quase inevitável tentar imitá-los e rendendo muitas risadas quando alguém errava o tom.
As músicas românticas do trio serviam de pano de fundo para compartilharmos os primeiros olhares, as paqueras da escola, os bilhetinhos de amor e os sonhos para o futuro.
Imagine o cenário: o final de tarde ou um final de semana em na casa . O som da vitrola mudando de faixa, o chiado gostoso do vinil (ou o rádio sintonizado na estação favorita) nós três — eu , Vera e Isabel — reunidos.
Juntar amigos e amigas para ouvir música nos anos 60 não era apenas um passatempo; era um ritual de amizade e liberdade. O Trio Esperança, com suas vozes doces e afinadas, traduzia exatamente a leveza e a esperança da nossa juventude.
VERA E IZABEL no blog " Elas ... "
"As amizades da juventude deixam uma marca indelével na alma. São os pessoas que mantêm vivos os nossos sonhos."
"Que a nossa juventude seja eterna, não apenas pela idade, mas pelas risadas e aventuras que colecionamos juntos."
"A juventude é feita de momentos inesquecíveis"
sexta-feira, 22 de maio de 2026
OS MUTANTES
🚀 A carreira d'Os Mutantes foi marcada por uma criatividade explosiva e uma audácia que desafiava os padrões da época
Ali, o Brasil percebeu que a música nacional nunca mais seria a mesma.
O choque cultural da guitarra elétrica misturada aos ritmos brasileiros tornou-se o manifesto visual e sonoro do movimento Tropicalista.
Os Anos de Ouro e os Grandes Sucessos (1968 - 1972)
Nesse período, o trio lançou álbuns que hoje são considerados obras-primas da música mundial. Músicas como *"Panis et Circenses"*, *"Balada do Louco"*, *"A Minha Menina"*, *"Ando Meio Desligado"* e *"Top Top"* tocavam nas rádios e embalavam a juventude da época.
Com a saída de Rita Lee em 1972, o grupo seguiu caminhos mais voltados para o rock progressivo antes de se dissolver no final daquela década.
Décadas mais tarde, o mundo redescobriu Os Mutantes, com ícones internacionais como Kurt Cobain e Sean Lennon declarando profunda admiração pelo som vanguardista do trio paulistano.
São Paulo era o epicentro daquela efervescência cultural, e a energia que emanava do palco era contagiante.
Imagine o cenário: as luzes coloridas refletindo o figurino icônico e teatral do grupo, o som das guitarras distorcidas preenchendo o espaço, e a voz doce e debochada de Rita Lee ecoando pelo ambiente.
🎸Assistir a um show Mutantes em São Paulo, no auge do grupo, junto com Elisa, foi uma experiência absolutamente mágica e sensorial.
Aquele show não foi apenas uma apresentação musical; foi o cenário de momentos profundamente românticos e marcantes entre nós.
Entre uma canção psicodélica e outra, trocar olhares, cantar juntos os refrões de músicas como *"Ando Meio Desligado"* ou se emocionar com a poesia de *"Balada do Louco"* criaram memórias que o tempo não apaga.
Dividir a juventude, a cumplicidade e o amor ao som de uma banda que estava mudando a história da música é o tipo de privilégio que transforma canções em verdadeiras cápsulas do tempo.
"Cada acorde d'Os Mutantes sempre guardará um pedaço dessa história."
"Nossa amizade é o equilíbrio perfeito entre confiança e diversão."
"Existem conexões que vão além das palavras; a nossa é uma delas."
segunda-feira, 18 de maio de 2026
RENATO E SEUS BLUE CAPS
Renato e Seus Blue Caps é, sem dúvida, uma das colunas veteranas da nossa música.
Cruzar a história deles é mergulhar em uma época em que o rock nacional estava moldando a sua própria identidade, embalado pela ingenuidade, pelas guitarras afinadas e pelo romantismo puro da Jovem Guarda.
Relembrar a trajetória da banda é também abrir espaço para reviver momentos especiais, como o show que eu e Esmeralda assistimos juntos em São Paulo.
O grupo se tornou um verdadeiro fenômeno graças a uma fórmula irresistível: "versões em português impecáveis de grandes sucessos internacionais", especialmente dos Beatles.
Os Grandes Marcos da Carreira:
**As Versões Inesquecíveis:**
Músicas como *"Menina Linda"* (versão de *I Should Have Known Better*), *"Feche os Olhos"* (*All My Loving*) e *"Até o Fim"* (*You Won't See Me*) transformaram o grupo em presença obrigatória nas rádios e no programa *Jovem Guarda*, da TV Record.
Além das versões, Renato Barros era um compositor de mão cheia. É dele, por exemplo, o clássico *"Devolva-me"*, que mais tarde ganharia uma regravação memorável na voz de Adriana Calcanhotto.
Eles detêm o título de uma das bandas de rock mais antigas em atividade contínua no mundo, atravessando décadas com trocas de formação, mas sem nunca perder a essência.
Assistir a um show do Renato e Seus Blue Caps na São Paulo daqueles tempos áureos é o tipo de lembrança que fica guardada com carinho.
A atmosfera dos shows da época combinava a euforia da juventude com uma delicadeza que hoje em dia é rara.
O Clima no Salão:
O som das guitarras *ecoando pelo espaço, a batida marcada da bateria e o coro do público que sabia cada estrofe de cor.
Quando o ritmo desacelerava e os primeiros acordes de uma canção romântica — *"Feche os Olhos"* ou *"Primeira Lágrima"* — começavam a tocar, o ambiente se transformava. Era o momento perfeito para dançar mais perto, trocar olhares cúmplices e cantar baixinho um para o outro.
> **Curiosidade:** Renato e Seus Blue Caps sempre tiveram essa facilidade de embalar namoros e casamentos pelo Brasil inteiro. As canções falavam de cartões de namorados, primeiros beijos e desentendimentos bobos que terminavam em reconciliação — a trilha perfeita para grandes histórias de amor
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quarta-feira, 13 de maio de 2026
DOMINGOS MARTINS
Que viagem deliciosa!!
segunda-feira, 11 de maio de 2026
MARISA MONTE
Marisa Monte é, sem dúvida, uma das artistas mais completas da música brasileira, com uma carreira que une o rigor técnico do canto lírico à alma do samba e do pop.
Com mais de 35 anos de estrada, Marisa construiu uma ponte única entre gerações:
Começou a estudar canto aos 14 anos e chegou a morar na Itália para estudar bel canto. Estreou com o sucesso estrondoso de *"Bem Que Se Quis"* no final dos anos 80.
Ao lado de Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, formou o fenômeno Tribalistas, que marcou o início dos anos 2000.
Filha de Carlos Monte, ex-diretor da Portela, ela sempre manteve uma conexão profunda com as raízes do samba, revitalizando obras da Velha Guarda da escola.
O show que assistimos fez parte da aclamada turnê **"Portas"**, que marcou o retorno de Marisa aos palcos após a pandemia.
Naquela noite, o clima de romance foi inevitável, já que o repertório de Marisa é recheado de canções que falam diretamente ao coração.
Assistir a clássicos como *"Ainda Bem"*, *"Beija Eu"* ou as novas faixas do álbum *"Portas"* ao lado de Ruby criou uma atmosfera de muita cumplicidade.
"Um beijo vale mais que mil palavras, e eu gostaria de escrever um livro em seu corpo".
"Sou o pecado que você quer cometer".
"Sonhei com você, e como o sonho era meu, transamos".
sábado, 9 de maio de 2026
AS FRENÉTICAS
As Frenéticas foram um verdadeiro fenômeno sociocultural no Brasil.
quarta-feira, 6 de maio de 2026
FRANCISCO PETRÔNIO
NITERÓI (RJ)
segunda-feira, 4 de maio de 2026
SANDY & JUNIOR
sábado, 2 de maio de 2026
VANESSA DA MATA
Ao longo de mais de 20 anos de carreira, ela acumulou sucessos inesquecíveis como:
* **"Ai, Ai, Ai..."**: O hit que a consolidou nas paradas.
* **"Amado"** e **"Não Me Deixe Só"**: Canções que mostram sua força no cenário romântico e alternativo.
O Show no Cais das Artes
O evento que assisti com Julietti, intitulado "Sons do Cais", aconteceu no dia 29 de janeiro de 2026.
Foi um momento histórico para o Espírito Santo, pois marcou a temporada de abertura desse complexo cultural tão aguardado na Enseada do Suá.
quarta-feira, 29 de abril de 2026
MONIQUE ROCHA
domingo, 26 de abril de 2026
CORONEL SAPUCAIA
Nos meados da década de 1980, Coronel Sapucaia vivia um período de intensa efervescência.
As campanhas eram feitas de comícios em praças públicas, carreatas barulhentas e muita música.
Influência Cultural: O som que dominava as rádios e as festas era uma mistura do sertanejo raiz, a polca paraguaia e o chamamé, criando uma trilha sonora nostálgica e vibrante para quem circulava por ali.
DJAVAN
Falar de Djavan é mergulhar em um universo onde a música brasileira se torna sofisticada, mas sem perder o balanço que vem das ruas e dos terreiros.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
MARTINHA
Essa é uma das memórias mais bonitas que alguém pode guardar: o cenário clássico dos anos 1960, onde o portão de casa era o centro do mundo.
A Jovem Guarda não foi apenas um movimento musical, foi o primeiro grande fenômeno comportamental dos jovens brasileiros. Era o tempo do "brasa", do "mora" e de um romantismo ingênuo, mas muito profundo.
Lembrar de Martinha traz um tom de doçura especial. Ela era uma das vozes mais sentimentais da época. Músicas como *"Eu Te Amo Mesmo Assim"* ou *"Barra Limpa"* traduziam exatamente esse sentimento de estar apaixonado e de querer estar perto.
É um privilégio guardar um retrato tão vívido de um tempo onde a felicidade podia ser encontrada apenas no balanço de uma música e em uma conversa de portão.
"Prometemos nos amar pra sempre.Sem saber se era amor ou paixão . Mas era coisa de adolescente. Era tudo uma triste ilusão."
"Já fui um adolescente apaixonado.O tempo passou e deixei de ser adolescente"
"O amor adolescente é como uma borboleta. Morre numa semana. Porém, se transforma como a criança.Nasce a cada amanhecer"
terça-feira, 21 de abril de 2026
AQUIDAUANA (MS)
No início da década de 1980, Aquidauana vivia um período áureo como a verdadeira "Princesa do Sul", consolidando-se como o principal entreposto para quem buscava desbravar o Pantanal Sul.
A vida social girava em torno da Praça da Matriz e do comércio local. Era uma cidade de fronteira agrícola e pecuária em expansão, onde o sotaque pantaneiro era onipresente.
O Rio Aquidauana, com suas águas avermelhadas e praias de areia branca que surgiam na seca, era o ponto de encontro principal.
Muitos viajantes ainda utilizavam o trem, uma viagem nostálgica que atravessava o cerrado antes de chegar à planície inundável. A rodovia BR-262 também já era a via de acesso principal, mas com uma infraestrutura muito mais rústica que a atual.
Naquela década, o turismo no Pantanal era muito mais voltado para a contemplação rústica e para a pesca esportiva do que para o luxo das pousadas ecológicas modernas.
Os passeios eram feitos em picapes adaptadas ou jipes que enfrentavam as estradas de terra (muitas vezes intrafegáveis nas cheias).
O foco era observar a abundância de jacarés, capivaras e as enormes revoadas de tuiuiús, que eram símbolos onipresentes.
Subir ou descer o rio Aquidauana barcos pequenos (voadeiras) era obrigatório.
O trajeto revelava a mata ciliar preservada, onde era comum avistar araras azuis e, com sorte, a onça-pintada, que na época era um avistamento muito mais raro e místico do que hoje.
A rotina incluía acompanhar a lida com o gado, comer a comida campeira feita no fogão a lenha e ouvir as histórias dos peões ao redor da roda de tereré.
Aquidauana era um segredo compartilhado por viajantes que buscavam isolamento e uma natureza quase intocada.
O silêncio da noite pantaneira, era quebrado apenas pelo som dos bichos.
O tempo parece ter parado entre as margens do Pantanal. Sob o manto dourado do entardecer em Mato Grosso o mundo se resume ao balanço suave deste barco de madeira e ao calor do abraço com Leda.
Neste refúgio de águas tranquilas e natureza viva, cada respiração compartilhada é uma promessa silenciosa.
É a conexão pura, o toque que nos arrepia e a paz de saber que, no meio da vastidão, meu destino é você. Nosso amor, Leda, foi calmaria e poesia.
"Amizade íntima é aquela que reserva segredos (e prazeres) só nossos".
"Quero sentir sua boca percorrendo cada parte do meu corpo agora".
"Melhor uma amizade verdadeira com sexo, do que um amor de mentira com carinho"
domingo, 19 de abril de 2026
MICHEL TELÓ
Michel Teló é, sem dúvida, um dos maiores nomes da música sertaneja contemporânea
A trajetória de Teló é marcada por uma evolução constante, desde o tradicionalismo gaúcho até o estrelato global.
Michel passou 11 anos como vocalista do grupo, onde ajudou a modernizar o sertanejo com a "vanera" e sucessos como *"Barquinho"* e *"A Brasileira"*.
No aniversário de 472 anos de Vitória ele fez um show gratuito na areia que reuniu milhares de capixabas. Foi uma noite de muita energia e sucessos cantados em coro.
Assisti no *Espaço Patrick Ribeiro*, um show dele junto com Fabiane, foi uma experiência mais próxima e intimista com o público.
Depois da adrenalina e da euforia de um show como o dele, onde as músicas falam de amor e festa, é natural que o clima de romance continue num local ideal para fechar com chave de ouro uma noite de diversão.
"Deixe-os olhar, sou uma obra de arte!"
"Nascida para brilhar".
"Ser eu mesma é uma arte."


















